Comporte-se por favor!

Ambiente voltado para a troca de ideias de forma leve e construtiva, visando encontrar um caminho mais alinhado com nossos desejos e aspirações. Aqui, não há certo ou errado; o foco está no aprendizado.

  • Você já refletiu sobre a maneira como seus valores e princípios moldam suas decisões? É interessante considerar quantas de suas escolhas diárias são realizadas de forma consciente. Quantas vezes você se encontrou em situações semelhantes, repetindo comportamentos que resultam em problemas recorrentes, com mudanças apenas no contexto e nas pessoas envolvidas? Esse fenômeno tem uma explicação, e, embora seja complexo, é possível buscar um entendimento mais profundo.

    Vamos começar pelos princípios e valores: eles são formados a partir de nossas percepções, muitas das quais se desenvolvem na infância. A presença ou ausência dos pais, a validação dos seus sentimentos e a experiência de amor ou rejeição moldam essas percepções. No final das contas, a principal função do cérebro é proteger você de situações desconfortáveis e que geram medo. Embora essa análise seja superficial, já é possível perceber que há mais profundidade nesse assunto.

    É importante reconhecer que nenhum ser humano é perfeito. Mesmo os pais, com as melhores intenções, cometem erros, e isso gera os chamados gatilhos emocionais.

    Agora, sobre a tomada de decisões conscientes: estudos demonstram que a maioria de nossas decisões ocorre de forma inconsciente. Muitas delas são feitas rapidamente e automaticamente, utilizando informações acumuladas ao longo da vida, especialmente baseadas em nossos valores e princípios. Esse mecanismo serve para que possamos ser práticos e econômicos em termos de energia mental.

    Esse comportamento é um legado dos tempos pré-históricos, quando o instinto de sobrevivência era primordial. Naquele período, o cérebro operava em estado de alerta e precisava ser, sempre que possível, poupado para garantir energia suficiente para decisões rápidas, pois essas escolhas poderiam determinar a vida ou a morte dos indivíduos.
    Uma das leituras que me ajuda muito nesse processo de autodesenvolvimento, a compreender minhas atitudes e comportamentos, ainda mais quando eles se encontram enraizados em nosso inconsciente chama-se “Acolhendo sua criança interior” – Uma forma de despertar a criança que vive em você e embarcar em uma jornada de autodescoberta! É na conexão com essa essência genuína que encontramos as chaves para os anseios mais profundos e as cicatrizes que moldam nossa história. Ao acolher esse lado vulnerável da sua alma, você abre as portas para a aceitação e inicia um processo transformador de cura. Venha explorar os recantos do seu ser e redescobrir a força que reside em sua fragilidade. A cura começa quando você se permite ser verdadeiramente quem é.

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  • Não estou aqui para levantar bandeiras. Seja você de esquerda, direita ou qualquer outra posição, somos livres para ter nossas opiniões e segui-las. No entanto, é inegável que vivemos em uma época em que expressar opiniões se transforma em uma batalha interminável, repleta de ofensas grotescas e de uma falta de respeito generalizada. E eu me pergunto: qual é o propósito disso?

    A frase que diz que, para mudar o mundo, precisamos começar por nós mesmos, tornou-se um clichê, ou atualmente conhecido como algo “cringe” que, por sua vez, parece ter se esvaído em meio aos conceitos de coaching. ( risos)

    É triste perceber que muitos parecem mais interessados em apontar dedos do que em promover mudanças reais em si mesmos.

    Diariamente, ao me deslocar para o trabalho, passo por uma comunidade, e não estou aqui para julgar, mas sim para refletir sobre uma realidade cotidiana. É importante deixar isso claro antes que as críticas comecem a surgir, pois meu teto também é de vidro!

    Ao observar melhor enquanto ali passava, é desolador ver a quantidade de lixo acumulado nas ruas. Todos os dias, sofás, restos de móveis e até eletrodomésticos são abandonados nas calçadas, obstruindo o trânsito local e a passagem de pedestres. Hoje, reparei em diversos carros estacionados na ciclovia, obrigando um ciclista a transitar entre os veículos, já que seu direito a um caminho seguro foi ignorado.

    Qual é a minha mensagem? Exatamente essa, a clichê : enquanto muitos jogam a culpa no governo e nos líderes, a verdade é que, se não houver uma mudança em nossa postura como sociedade, é como ser individual e consciente, nada mudará!

    O governo pode ordenar a limpeza das ruas, mas é impossível combater diariamente o acúmulo de lixo em locais como este, entre tantos outros.

    É preciso reconhecer que não adianta transferir responsabilidades aos governantes se não cumprimos com nossos deveres. Atualmente, muitos focam apenas nos direitos que possuem, esquecendo que, para garantir esses direitos, é fundamental respeitar os deveres, que estão sempre interligados.

    E se fazemos essa transferências ao governo, quem dirá as nossas famílias, amigos, empresas e “chefes”!

    O quanto realmente reconhecemos que mudar é essencial e só pode ser feito de dentro pra fora?

    Portanto, comporte-se por favor!

    E veja se cresce…