Comporte-se por favor!

Ambiente voltado para a troca de ideias de forma leve e construtiva, visando encontrar um caminho mais alinhado com nossos desejos e aspirações. Aqui, não há certo ou errado; o foco está no aprendizado.

  • A forma como nos vemos e a maneira como os outros nos percebem são duas perspectivas distintas sobre a mesma questão. Mas qual delas é a mais correta? Muitas vezes, nenhuma delas!

    Observamos que a maioria das pessoas tende a subestimar suas próprias habilidades, enfrentando dificuldades em reconhecer seu verdadeiro potencial. Em contrapartida, a visão externa pode variar: alguns nos veem como maiores do que realmente somos, enquanto outros nos diminuem por suas limitações de julgamento.

    Portanto, é fundamental ajustar a sua visão sobre si mesmo e dar menos importância à percepção alheia. No fundo, a verdade é que a maioria das pessoas está mais preocupada consigo mesma do que realmente com os outros, mesmo que não compreendam plenamente o que isso implica.
    Essa dinâmica entre a autoimagem e a percepção externa pode gerar uma série de conflitos internos. Quando nos deixamos levar pela opinião dos outros, corremos o risco de moldar nossas decisões e comportamentos com base em padrões que não são os nossos. Isso pode resultar em insegurança e falta de autenticidade, criando um ciclo vicioso de insatisfação.

    Uma abordagem mais saudável envolve a prática da auto-reflexão e da autocompaixão. Ao reconhecermos nossas qualidades e fraquezas, começamos a construir uma base sólida de autoconhecimento. Esse processo nos permite valorizar nossas conquistas, por menores que sejam, e nos ajuda a entender que todos estão em constante evolução.

    “A verdadeira essência das relações interpessoais reside na autenticidade. Quando nos libertamos da dependência da validação externa, cultivamos conexões mais profundas e significativas, permitindo que o amor-próprio e a autoaceitação sejam a base de nossas interações.”

    Além disso, a percepção dos outros pode ser uma ferramenta valiosa, desde que utilizada de forma crítica. Feedback construtivo pode nos ajudar a identificar áreas de melhoria e a expandir nossas habilidades. No entanto, é essencial filtrar essas opiniões e integrá-las de uma maneira que respeite nossa individualidade.

    “A verdadeira compreensão de quem somos se encontra no equilíbrio entre a autoimagem e a percepção alheia, onde a autovalidação e a autenticidade se entrelaçam, permitindo-nos florescer em um ambiente de apoio e crescimento mútuo.”

    Em última análise, a verdadeira essência do “quem somos” reside em um equilíbrio. É a junção do que acreditamos ser e do que os outros veem em nós, mas sem deixar que essa última definição nos aprisione. Ao cultivarmos uma autoimagem positiva e realista, não apenas melhoramos nosso bem-estar, mas também influenciamos positivamente aqueles ao nosso redor, promovendo um ambiente de apoio e crescimento mútuo.

  • Uma Reflexão Sobre Vulnerabilidades


    “Ser vulnerável é humano, mas expor tudo de uma vez pode atrair os tubarões. Selecione com sabedoria quem merece conhecer suas fragilidades; compartilhe o que te faz forte e brilhe, porque você não precisa ser um lanchinho”

    Vamos falar sobre a vida real, porque, convenhamos, ninguém quer ser o lanchinho dos tubarões, né? A frase “cuidado pra não sangrar em tanque de tubarão” é tipo um alerta do universo, lembrando a gente que expor nossas fraquezas pode atrair quem não tem boas intenções.

    Pensa só: você já percebeu como, às vezes, abrir o coração para alguém pode ser como jogar uma carninha no tanque? Tem gente que só está esperando a oportunidade de dar uma mordida na sua vulnerabilidade. E isso vale tanto para relacionamentos quanto para o trabalho e até nas redes sociais.

    A verdade é que ser vulnerável é humano, mas expor tudo de uma vez pode ser como colocar um post-it no seu peito dizendo “venham me atacar!” Então, que tal ser mais seletiva sobre quem merece conhecer seus pontos fracos?

    Vamos usar nossas fraquezas como uma armadura, não como um convite para a festa dos tubarões. Compartilhe o que te faz forte, o que te faz brilhar, e deixe as fragilidades para aqueles que realmente merecem. Afinal, o mundo já tem tubarões demais à espreita.

    Então, da próxima vez que você sentir vontade de abrir seu coração, pergunte-se: “Essa pessoa está aqui para me apoiar ou só para fazer um banquete com as minhas inseguranças?”

    Lembre-se: você não precisa ser um lanchinho. 🦈✨